Conheçam meu blog onde conto meu dia a dia com meu filho que tem Transtorno Desafiador Opositivo.

Para quem não conhece o que é Transtorno Desafiador Opositivo conheça meu blog onde falo do meu relacionamento com meu filho que tem esse problema. Descrevo nosso dia a dia e logo mais estarei postando entrevista com vários profissionais falando sobre esse assunto.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

O Transtorno Desafiador Opositivo hoje

Ontem participando de um programa na emissora local de Catanduva sobre Transtorno Desafiador Opositivo com três profissionais: uma psicóloga, uma psicopedagoga e um terapeuta ocupacional percebi o quanto esse assunto é novo. (Na foto eu sou a de preto e branco).
Acredito que o problema ocorra nas crianças faz tempo, mas agora tem um nome. Quando você fala do assunto imediatamente um educador ou uma mãe identifica o problema no próprio filho ou em um conhecido e o educador lembra-se de algum aluno. Temos que falar bastante, trocar informações e explicar para que possamos ajudar outras crianças. O fator emocional das famílias é importante nesse caso. Se você não está bem e seu filho tem TDO dificilmente você conseguirá  ajudá-lo. Então envolve muita coisa. Não é um problema isolado que você leva ao médico e a criança melhora. É um problema que requer equilíbrio emocional de todos e paciência, pois demora  a criança a melhorar. Muitas vezes a gente está chateada com problemas do dia a dia e liga a escola contando episódio triste que ocorreu com seu filho. Como fica uma mãe nesse caso? Temos que aprender a lidar com nossas emoções para não cair numa depressão ou achar que não existe esperança. A família envolvida que tiver condições financeiras para fazer terapia deve fazer. É através de bons profissionais na área da saúde que conseguimos sentir esperança e continuar lutando. Tem dias que é desesperador. Você fala, seu filho não te ouve, você tem mil coisas para fazer e sabe que não pode perder o equilíbrio. Não é fácil não é mesmo? Peço que não sintam vergonha em admitir que é preciso buscar ajuda profissional para que tudo melhore. Não tenham preconceito com psicólogos, psiquiatra, terapeuta ocupacional, psicopedagogo, etc. Tem várias formas de conseguir uma melhora com seu filho. Ontem no programa a terapeuta ocupacional Amanda Carnelossi sugeriu a Equoterapia - " A Equoterapia emprega o cavalo como agente promotor de ganhos a nível físico e psíquico. Esta atividade exige a participação do corpo inteiro, contribuindo, assim, para o desenvolvimento da força muscular, relaxamento, conscientização do próprio corpo e aperfeiçoamento da coordenação motora e do equilíbrio. A interação com o cavalo, incluindo os primeiros contatos, os cuidados preliminares, o ato de montar e o manuseio final desenvolvem, ainda, novas formas de socialização, autoconfiança e autoestima". Texto extraído do site da Associação Nacional de Equoterapia .
Fonte: http://www.equoterapia.org.br/site/equoterapia.php

Eu por exemplo coloquei meu filho na aula de violão e canto coral, acredito que possa ajudar na autoestima que é muito baixa. Inclusive, não pago por essas aulas, ele faz aula no Projeto Guri, que é mantido pelo Governo Paulista. Infelizmente não é um projeto que encontre em todos os Estados. Mas as escolas estaduais e municipais estão oferecendo vários cursos de música aos sábados. Procure se informar. Abaixo endereço do site do Projeto Guri (onde estão localizados os Polos de Desenvolvimento): http://www.projetoguri.org.br/site/polos.guri.php

Se você não se acomodar e encontrar tempo conseguirá encontrar boas opções para ajudar seu filho. Vamos trocar informações e nos ajudar. Mande comentários, conte sua história que vamos tentar ajudar da melhor forma possível. Abraços a todos!

Sobre o programa que participei ontem estou tentando conseguir cópia para disponibilizar para vocês terem acesso as informações que as  profissionais disseram sobre TDO. Aguarde.

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