Aproveito oportunidade para pedir
aos pais e profissionais da área de educação que não ceda a pressões externas,
como por exemplo, pessoas que dizem que talvez os profissionais estejam errados, que o
remédio está incorreto, que seu filho precisa de mais terapia, que todos estão
errando... Eu procurei muitos profissionais além daqueles que acompanhavam meu
filho e alguns me perguntavam: o que você procura? Seu filho está sendo
acompanhado, bem assistido. Eu simplesmente chorava e dizia, não sei direito.
Quero que ele melhore e algumas pessoas falam que não está correto o tratamento. Quando ocorre de meu filho ficar nervoso todos os dias
eu entro em um desespero, parece que aquilo não acabará. Eu trabalho em casa
olhando para o relógio e pensando: será que a escola ligará agora ou daqui a
pouco? Quando terei que parar para acalmar meu filho? Além das crises, é
difícil não ceder a pressões de pessoas envolvidas com o problema. Eu cedi
algumas vezes, procurei outros profissionais, mudei com meu filho, mas não é
correto. Se você encontrou os profissionais certos, se está conseguindo bons
resultados, não pode ceder às pressões.
Porque sempre acontecerão crises, sempre ocorrerão problemas, então é preciso ficar firme, ter fé e continuar. Eu sou só, tenho a família distante, então tudo fica difícil. Eu não sei até onde mães que tem os pais presentes sentem-se confortáveis diante das crises com um marido que as auxilie. Sei que algumas têm pessoas fortes ao lado, mas sei que algumas devem ter um segundo problema com eles, pois acredito que para os homens seja difícil encarar esse problema de frente. Mas não desistam de seu filho com Transtorno. Procure mudar, procure os profissionais que entendam do problema. Mas não desistam e sintam nisso a necessidade de união e não de separação. Fiquem juntos, conseguirão um filho feliz e bem emocionalmente. Não esqueçam que tudo depende de vocês também. Não delegue o problema a outrem. A vida cobrará de vocês mais tarde!
Porque sempre acontecerão crises, sempre ocorrerão problemas, então é preciso ficar firme, ter fé e continuar. Eu sou só, tenho a família distante, então tudo fica difícil. Eu não sei até onde mães que tem os pais presentes sentem-se confortáveis diante das crises com um marido que as auxilie. Sei que algumas têm pessoas fortes ao lado, mas sei que algumas devem ter um segundo problema com eles, pois acredito que para os homens seja difícil encarar esse problema de frente. Mas não desistam de seu filho com Transtorno. Procure mudar, procure os profissionais que entendam do problema. Mas não desistam e sintam nisso a necessidade de união e não de separação. Fiquem juntos, conseguirão um filho feliz e bem emocionalmente. Não esqueçam que tudo depende de vocês também. Não delegue o problema a outrem. A vida cobrará de vocês mais tarde!

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