Conheçam meu blog onde conto meu dia a dia com meu filho que tem Transtorno Desafiador Opositivo.

Para quem não conhece o que é Transtorno Desafiador Opositivo conheça meu blog onde falo do meu relacionamento com meu filho que tem esse problema. Descrevo nosso dia a dia e logo mais estarei postando entrevista com vários profissionais falando sobre esse assunto.

sábado, 26 de abril de 2014

Não ceda às pressões.

Aproveito oportunidade para pedir aos pais e profissionais da área de educação que não ceda a pressões externas, como por exemplo, pessoas que dizem que  talvez os profissionais estejam errados, que o remédio está incorreto, que seu filho precisa de mais terapia, que todos estão errando... Eu procurei muitos profissionais além daqueles que acompanhavam meu filho e alguns me perguntavam: o que você procura? Seu filho está sendo acompanhado, bem assistido. Eu simplesmente chorava e dizia, não sei direito. Quero que ele melhore e algumas pessoas falam que não está correto o tratamento. Quando ocorre de meu filho ficar nervoso todos os dias eu entro em um desespero, parece que aquilo não acabará. Eu trabalho em casa olhando para o relógio e pensando: será que a escola ligará agora ou daqui a pouco? Quando terei que parar para acalmar meu filho? Além das crises, é difícil não ceder a pressões de pessoas envolvidas com o problema. Eu cedi algumas vezes, procurei outros profissionais, mudei com meu filho, mas não é correto. Se você encontrou os profissionais certos, se está conseguindo bons resultados, não pode ceder às pressões. 


Porque sempre acontecerão crises, sempre ocorrerão problemas, então é preciso ficar firme, ter fé e continuar. Eu sou só, tenho a família distante, então tudo fica difícil. Eu não sei até onde mães que tem os pais presentes sentem-se confortáveis diante das crises com um marido que as auxilie. Sei que algumas têm pessoas fortes ao lado, mas sei que algumas devem ter um segundo problema com eles, pois acredito que para os homens seja difícil encarar esse problema de frente. Mas não desistam de seu filho com Transtorno. Procure mudar, procure os profissionais que entendam do problema. Mas não desistam e sintam nisso a necessidade de união e não de separação. Fiquem juntos, conseguirão um filho feliz e bem emocionalmente. Não esqueçam que tudo depende de vocês também. Não delegue o problema a outrem. A vida cobrará de vocês mais tarde! 

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