Diante desse quadro diário de
agressividade, a escola começou a me pressionar para um diagnóstico, pois não
queria mais as crises. Uma escola particular pode perder alunos por ter alguém
com comportamento “anormal”. Sim, não se assuste, mas é assim que as escolas
veem um aluno que não se comporta como todos. Ela vê esse aluno (maioria das
escolas) como um desajustado e ela quer ver-se livre rapidamente do problema. Depois
falarei sobre esse problema referente às escolas.
Nessa época, meu filho já fazia
terapia, pois tínhamos passado por um acidente. Então, não foi difícil a
terapia, pois ele já fazia. Inclusive, a psicóloga dele tinha outros pacientes
com TDO e transtorno de conduta. Mas não é fácil (pelo menos na minha cidade,
apesar dela ser de médio porte), encontrar um profissional que tenha
experiência com esse tipo de problema.
Bem, diante desse quadro de
agressividade em casa e na escola, descrevi para psicóloga o que ocorria e ela
pediu vinte dias para analisa-lo e chegar a um diagnostico. Foram vinte longos
dias, pois a escola na verdade não queria que eu o levasse mais e eu sem saber
o que meu filho tinha, não queria que ele perdesse o hábito de frequentar uma
escola. Na verdade, ele ia até escola, mas a professora não conseguia
alfabetiza-lo. Ele ficava nervoso quase o tempo todo. Em casa também era
bastante agressivo comigo, pois o TDO dirige sua agressividade para quem coloca
regras, a(s) pessoa(s) que ele convive mais. Passados vinte dias, o
diagnóstico: Transtorno Desafiador Opositivo.
Para ser sincera, eu nem sabia que existia esse tipo de transtorno. Nunca conheci ninguém que tivesse filho com esse problema e apesar de gostar muito de ler, nunca tinha lido sobre essa problemática. Mas ao mesmo tempo em que fiquei preocupada com o diagnóstico, senti um imenso alívio. Finalmente eu poderia ajudar meu filho.
Para ser sincera, eu nem sabia que existia esse tipo de transtorno. Nunca conheci ninguém que tivesse filho com esse problema e apesar de gostar muito de ler, nunca tinha lido sobre essa problemática. Mas ao mesmo tempo em que fiquei preocupada com o diagnóstico, senti um imenso alívio. Finalmente eu poderia ajudar meu filho.


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