Conheçam meu blog onde conto meu dia a dia com meu filho que tem Transtorno Desafiador Opositivo.

Para quem não conhece o que é Transtorno Desafiador Opositivo conheça meu blog onde falo do meu relacionamento com meu filho que tem esse problema. Descrevo nosso dia a dia e logo mais estarei postando entrevista com vários profissionais falando sobre esse assunto.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Psiquiatras e remédios

Particularmente sempre que posso opto por não tomar remédio, por isso, foi difícil aceitar que meu filho precisaria tomar remédios diariamente. A psicóloga conversou comigo, explicou que era melhor ele tomar remédio e ter qualidade de vida, do que não tomar e usou como exemplo pessoas que tem diabetes e que passam vida toda tomando remédios e conseguem ter uma vida legal (juntamente com outros procedimentos).

Primeiro psiquiatra:
Levei meu filho ao psiquiatra e meu filho começou a mexer nos objetos da mesa dele. Eu pedi que ele parasse, mas ele não obedeceu e foi embaixo da mesa do médico. O mesmo pediu que eu saísse e deixasse meu filho com ele, pois discretamente deu a entender que aquilo não era transtorno, mas falta de limites. Eu saí e de repente meu filho gritava muito e todo consultório começou a olhar esquisito para mim. Voltei para a sala e meu filho estava muito, muito nervoso e chorava. Provavelmente o médico o desafiou e falou muitas coisas a ele. Eu fui embora e na rua meu filho queria me bater. Eu nunca mais voltei nesse médico, mas o remédio que ele receitou era o correto: fluoxetina e risperidona.  Meu filho melhorou 80% quando começou a tomar os remédios.

Segundo psiquiatra:
Depois desse psiquiatra, optei por uma mulher que fazia parte do convênio, pois essa especialidade cobra caro e eu já pagava psicólogo. Ela olhou para meu filho e disse: ele não tem nada. Bem, eu fui embora e desisti dessa profissional.

Terceiro psiquiatra:
Após pesquisar com algumas pessoas, fui informada de que havia uma profissional que tinha alguns pacientes com vários tipos de transtorno. Liguei, mas a mesma estava com agenda fechada e não atendia mais novos pacientes. Mas ela indicou outra profissional que atendia no mesmo consultório. Fui até ela, gostei e até hoje meu filho é atendido por ela. Sobre os remédios, ela disse que estava correto e até hoje ele toma os mesmos, variando a dose, de acordo com as “crises”. Chamarei de crise os períodos que ele está mais nervoso, pois não sei se é propriamente uma crise, acredito que seja um momento. Ás vezes passa rápido e outras vezes são demoradas.




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